Periquitos Ondulados

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As minhas instalações para a criação de Periquitos Ondulados estão localizadas na cave da minha casa. É uma divisão com cerca de 40 m2  e tem luz natural. Possui também uma bancada com água ondo faço a papa e todo o tipo de higine de comedouros e bebedouros.

Apesar da luz natural uso a partir do final da tarde luz artificial, mantendo o ambiente diurno durante cerca de 16 horas, proporcionando 8 horas diárias para dormirem.

Possuo também um purificador do ar com ionizador. Existe, também, nesta divisão um extractor de ar. Tenho aquecimento central que, apenas dos dias muito frios é ligado nesta divisão.

No inicio de 2010 construí um viveiro de 2x3 metros, com colaboração dos meus amigos e criadores de Periquitos José Brázio e Jorge Branco. Este voadouro é bastante importante para o desenvolvimento fisico das aves jovens, permitindo a todos um espaço amplo para o seu voo.

Foi construído com uma estrutura em tubos de alumínio e rede de quadrada de 19mm. A parede e o chão foram revestidos com placas de PVC expandido com uma grossura de 1mm para facilitar a limpeza. O chão é coberto com casca de pinheiro que é bastante absorvente e importante para os seus banhos, permitindo uma boa higiene no voadouro.

 
 
As gaiolas grandes que já possuia, ficam alojados os Periquitos que saiem das gaiolas dos pais até atingirem cerca de três meses de idade. A estrutura tem 2m de altura, 1m de comprimento e 75cm de largura, sendo divida ao meio com uma prateleira.

As gaiolas são revestidas a rede, a sua estrutura é feita em cantoneiras e têm um tabuleiro no fundo também com casca de pinheiro.

Os poleiros são em madeira, sendo metade quadrados e a outra metade circulares. A diversidade dos poleiros serve para as aves não se apoiem sempre do mesmo modo e formem calosidades nas patas. Uso poleiros em madeira com 14mm de diâmetro. O facto das aves roerem os poleiros, para além de terem de ser substituídos com alguma regularidade, também contribui para a diversidade do diâmetro dos mesmos.

 

As gaiolas de criação que possuo são feitas em arame, medindo 70 cm de comprimento, 30 cm de largura e 30 cm de altura. No fim de 2008 decidi retirar os tabuleiros das gaiolas e ficaram apenas com rede por baixo. Coloquei por baixo das gaiolas um prateleira em PVC que suporta papel em rolo para facilitar a limpeza. As gaiolas estão penduradas na parede que está revestida de uma chapa de PVC com 1mm de espessura para facilitar a limpeza da mesma. As gaiolas também estão separadas por uma divisória, também em PVC para que os casais não se vejam uns aos outros. Tudo é desmontável para que se possa fazer uma limpeza com alguma eficácia e facilidade. Nesta altura possuo 4 filas com 6 gaiolas cada, tendo 24 gaiolas para criação. Uso também poleiros em madeira redondos e rectangulares, um em cada extremo da gaiola, para que as aves possam voar de um para o outro. Os ninhos são em madeira e os mais antigos são do mesmo tipo dos que se vendem para Agapornis. Apenas acrescentei uma placa em contraplacado com um buraco que limei para dar uma funcionalidade semelhante a uma concavidade no fundo do ninho, para que os ovos sejam lá colocados. Como quando adquiri as novas gaiolas não encontrei à venda ninhos iguais ao que já possuía, decidi fazer eu próprio os ninhos. São maiores que os antigos, havendo mais espaço para o casal e seus filhos, sobretudo quando já têm algum tamanho. Seguindo esta ligação, podem ver o material o como fiz os ninhos que possuo, bem como as suas dimensões. Qualquer pessoa que tenha o mínimo jeito para carpintaria, um martelo, um berbequim e um formão pode fazê-los.

 

 

Para aqueles que não têm assim tantos periquitos, deve-se procurar um local arejado mas sem correntes de ar para colocar a gaiola. A cozinha não é um local apropriado devido as cheiros libertados sobretudo pelos instrumentos que se usam na cozinha. A rua pode ser uma opção se o local não for muito arejado e se durante a noite se colocar uma protecção na gaiola. Os periquitos suportam temperaturas baixas e altas. No local escolhido não deve incidir a luz solar directamente mas as aves devem ter bastante luz natural. As gaiolas aconselhadas devem ser rectangulares e não redondas, com os poleiros dispostos de modo que as aves possam voar de um para o outro e não apenas pular. Se a gaiola for maior e houver possibilidade de colocar poleiros em vários níveis, deve-se ter em atenção de não os colocar uns por cima dos outros para que as aves de cima não sujem as que estão em baixo nem o próprio poleiro ou outros acessórios tais como comedouros ou bebedouros. As gaiolas devem estar bem fixas sem baloiçarem ou trepidarem e não muito juntas ao chão, de preferência em local onde se possa facilmente fazer a sua manutenção. A gaiola é a casa dos periquitos, pelo que à semelhança da nossa, deve estar sempre limpa, com bebedouros limpos e com água do dia. O chão e os poleiros devem ser limpos regularmente para que as patas das aves não venham a ter problemas causados pela falta de higiene. Os comedouros também devem ser limpos diariamente. Tanto os comedouros como bebedouros devem estar acessíveis para as aves e para o seu tratador. Os ninhos, quando colocados, devem estar na parte superior da gaiola.

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