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O factor Amarelo e Branco caracteriza-se pela existência no mesmo tom no corpo e
nas costas. A cor do corpo é amarela ou branca enquanto nas costas são bem visíveis
as marcas bem mais diluídas do que nos Periquitos normais. A cor destas aves é
consequência da diluição drástica na cor da ave que passa de verde a amarelo,
embora não tão vivo como a máscara, bem como na diluição do preto existente nas
costas, asas e cauda, embora se consigam distinguir com clareza as riscas onduladas
e os spots. A ave tem de apresentar uma diluição da cor no corpo de pelo menos 50%.
Os spots, seis em forma de colar no fundo da máscara, são cinzentos claros,
semelhantes às marcas nas costas e asas da ave. As manchas da máscara são azuis
muito claras ou violeta pálido, enquanto que as patas são azuis ou cor de rosa.
Existem diluídos também na variedade cinzenta. Um verde cinzento diluído chama-se
Amarelo Cinzento, assim como uma ave branca pode ter também o factor cinzento,
chamando-se Branco Cinzento.
Estes pássaros no hemisfério sul são mais diluídos do que no hemisfério norte, talvez
porque no norte foram cruzados com pássaros normais para lhes dar mais tamanho e
melhor forma, aumentando a melanina.
É uma variedade considerada rara e em termos de reprodução é uma variedade recessiva.
O Amarelo foi a primeira mutação de Periquitos conhecida, pensando-se que tenha
surgido em 1870 na Bélgica ou na Alemanha, enquanto que o primeiro branco surgiu em 1917.
Os Periquitos Amarelos e Brancos são também conhecidos por Diluídos, uma vez que a cor
do corpo e as suas marcas se encontram diluídas em relação ao Periquito Verde ou Azul.
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